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sexta-feira, abril 13, 2007

O HOMEM E O MEIO


Houve um tempo
Que a dor e o lamento
Apareciam no relento
De um tempo nevoento.

O rebento surgiu com um alento
Para a vida de todos
Que de dia lutavam
Por seu nobre sustento.

Cresceu e aprendeu, o rebento,
Através do tempo
Que o nobre sustento
Dependia do seu talento.

Talhou o talento através do meio,
Ambiente de pura prostituição,
Furto, droga e pouca educação.
De todos foi o maior

Lutou na boca
Cresceu no beco
Amou no leito
Levou um tiro no peito
E morreu no pavilhão!

(resultado de uma reunião com colegas, na qual discutíamos a influência do meio na vida humana)

Um comentário:

  1. amigo de montaigne18 abril, 2007 11:28

    Paulo, os últimos versos são muito bons! Gostei!
    Abraço!

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